Perguntas sem fim

Qual é o tempo de um texto? De quanta memória precisamos até que algo se forme e vire criatividade? E o twitter, meu deus, de que adianta? Um texto nos pertence quando o mundo nos inspira? Quando escrito para desopilar, merece ser lido? Qual é o efeito de um cachimbo? Por que podemos morrer jovens, adultos ou velhos, não importa a idade? Seria aprender finito e se arrepender infinito? O espaço que nos une é formado por um punhado de minutos? Por que não contamos distâncias apenas com cápsulas de tempo? Einstein não seria mais popular? Com órbita circular, o mundo não consegue deixar de caminhar para seu fim? Como pode o negro absorver a luz e ser a ausência dela ao mesmo tempo? Deveria estar cheio de luz potencialmente armazenada, não? Por que emoções turvam a lógica? Ou, porque diante de problemas lógicos cogitamos soluções emabsadas emocionalmente? Por que garantir a perpetuação da espécie? Por que violentar a espécie? Por que existe paciência e impaciência? Prazer e irritabilidade? Por que nem todos os erros ensinam? Por que gerações recomeçam, em vez de dar continuidade? Por que o espelho não diz a verdade? Por que as coisas se atraem – de átomos a estrelas? Por que somos tão pequenos, mas não nos damos conta? Por que o ego nos engana?

~ por Rafael Bravo Bucco em 15/04/2009.

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